Águas de Valadares intensifica busca por vazamentos ocultos com reciclagem das equipes em novo curso

O equipamento detecta a presença de água tratada no subsolo, mesmo quando não há qualquer indício visível na superfície

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Asterra – treinamento com Geofone (4)

Equipes da Águas de Valadares que trabalham com a manutenção de redes e abastecimento receberam um reforço sobre o uso correto do Geofone – equipamento eletrônico de alta sensibilidade acústica utilizado para rastrear e localizar vazamentos de água ocultos no subsolo, sem a necessidade de perfuração.

A utilização do Geofone acontece em apoio ao satélite Asterra, investimento que faz parte do Programa de Redução de Perdas da Concessionária. O curso foi ministrado por Márcio Lúcio, profissional com mais de 30 anos de experiência que atua em uma empresa de consultoria da Asterra e acontece em ruas com alta incidência de rompimentos.

Como funciona?

O satélite Asterra faz a emissão de ondas que atingem até três metros de profundidade no solo, um escaneamento que identifica locais com a presença de cloro na água tratada distribuída à população. O satélite não faz confusão entre água do lençol freático, esgoto, rios e aponta com mais de 80% de precisão os pontos de vazamento do sistema de distribuição de água da cidade.

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Essas informações vão direto para o Centro de Operações Integradas (COI) da Concessionária e se transformam em pontos amarelos no mapa indicando as áreas onde possivelmente há vazamentos subterrâneos. Após a indicação do satélite, os colaboradores utilizam geofones — equipamentos capazes de captar sons e vibrações subterrâneas — para confirmar o vazamento e localizar com precisão o ponto do reparo.

Com esse monitoramento de alta precisão, é possível mapear grandes áreas e identificar pontos com potencial de vazamento, direcionando as equipes técnicas para os locais que realmente necessitam de intervenção.

A utilização dessa tecnologia torna as operações mais ágeis, reduz o tempo de busca por vazamentos e evita intervenções desnecessárias nas vias públicas. “Além disso, contribui para diminuir o desperdício de água tratada, aumentar a eficiência do sistema e garantir maior segurança no abastecimento da população”, explica o gerente de Operações, Augusto Barbosa.

O curso aconteceu durante toda a semana passada com visitas em ruas/áreas com suspeita de vazamento oculto.

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