Comitiva do mestrado da UNIVALE visita o Parque Estadual do Rio Doce

Alunos e professores do mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT), da UNIVALE, fizeram uma visita técnica ao Parque Estadual do Rio Doce (Perd) nos dias 8 e 9 deste mês

Avatar de Tim Filho

·

·

·

2 min de leitura

Alunos e professores do mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT), da UNIVALE, fizeram uma visita técnica ao Parque Estadual do Rio

Alunos e professores do mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT), da UNIVALE, fizeram uma visita técnica ao Parque Estadual do Rio Doce (Perd) nos dias 8 e 9 deste mês. O Parque é uma unidade de conservação ambiental com território que abrange os municípios de Timóteo, Marliéria e Dionísio, no Vale do Aço. A comitiva tinha 17 pessoas, incluindo pesquisadores com projetos relacionados ao Perd e um professor colaborador do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), Lenício Marinho.

image 154
image 155
image 156

Fotos: Divulgação Univale

Coordenador do Observatório Interdisciplinar do Território (Obit), laboratório de pesquisa vinculado ao GIT, o professor Bruno Capilé destaca que o Perd tem grande importância para as pesquisas do mestrado da UNIVALE. “Historicamente, o Obit/GIT tem projetos de pesquisa com financiamento que estudam as Dinâmicas e Conflitos do Perd, pela Fapemig, e também um de História Ambiental do Perd, pelo CNPq”, afirmou Bruno.

A visita da equipe do GIT começou com a participação em reunião do Conselho Consultivo do Perd, do qual a professora Renata Campos, da UNIVALE, é membro. Em seguida, a comitiva conheceu as estruturas do Perd, guiados por um profissional do Parque e pelos professores Hernani Santana, Renata Campos, Bruno Capilé, Haruf Espíndola (coordenador do GIT) e Lenício Marinho. 

Canal no WhatsApp

Receba as principais notícias de Valadares e do Leste de Minas direto no seu WhatsApp. É gratuito.

Quero receber

“Ao final do primeiro dia, os alunos apresentaram pesquisas realizadas sobre a unidade de conservação, tendo em vista a interdisciplinaridade e a complexidade das questões sociais e ambientais, dentro e fora da área delimitada”, acrescentou o coordenador do Obit.

O segundo dia foi marcado por uma trilha, para melhor compreensão e percepção dos ecossistemas da Mata Atlântica. A trilha foi guiada e mediada por outro profissional do Parque, e pelos professores Renata Campos e Bruno Capilé. 

“O grupo seguiu para um debate histórico do Perd, com discussões sobre a conservação da biodiversidade e das populações indígenas, com o professor Haruf e um aluno do GIT, Girley Krenak. A atividade oficial terminou com a visita à Lagoa Dom Helvécio. De lá, parte do grupo passou pela Cachoeira Escura, no Rio Doce, para uma exposição dos fatores históricos e ambientais que envolveram naturalistas viajantes na região no século XIX”, relatou Bruno.

Cidade

Timóteo
Personagens

Univale
Temas

ComitivaMestrado da UnivaleParque Estadual do Rio DoceVisita
Avatar de Tim Filho
Continue lendo

Notícias relacionadas