Com informações do site oficial QConcursos Folha Dirigida
O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais confirmou o Cebraspe como banca organizadora do novo concurso TCE MG para a área de Apoio.
O ato que autoriza a contratação da banca, por meio de dispensa de licitação, foi publicado no Diário Oficial de Contas nesta quarta-feira, dia 27.
O próximo passo será a assinatura do contrato e, em seguida, a definição dos últimos ajustes, como a elaboração do cronograma, feita em conjunto pela banca e pela comissão.
A conclusão dessas etapas abrirá caminho para a publicação do edital dentro do prazo estipulado, até 30 de setembro, conforme previsão do próprio TCE MG.
Assim, o órgão terá pouco mais de um mês para concluir todos os preparativos, incluindo a definição do número de vagas, cargos e áreas que ainda não foram detalhados.
Concurso TCE MG terá cotas para pessoas trans pela primeira vez
O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais aprovou, neste mês, a reserva de 32% das vagas do novo concurso TCE MG para políticas de ações afirmativas. A medida foi estabelecida pelo Ato Normativo nº 1.192.057, aprovado de forma unânime pelos conselheiros.
A distribuição das cotas será feita da seguinte forma:
- 30% para candidatos pretos, pardos, indígenas e quilombolas;
- 2% para pessoas transgênero;
- além de 5% para Pessoas com Deficiência (PcDs), em cumprimento à legislação vigente.
Esta será a primeira seleção do TCE MG a reservar vagas para pessoas transgênero, o que marca um avanço no processo de inclusão dentro do órgão.
Durante a sessão, o presidente do Tribunal, conselheiro Durval Ângelo, destacou a importância histórica da decisão:
“Acho que hoje é um dia de júbilo, que vai marcar história neste Tribunal de Contas. E o que a gente espera com um ato desses? Que a gente contagie os nossos jurisdicionados, a discussão de concursos públicos nos órgãos estaduais, nas secretarias, prefeituras, câmaras municipais, consórcios, empresas públicas e autarquias. Porque temos que ter a visão de um mundo onde caibam todos os mundos. Não podemos ter uma visão de mundo restrita”, afirmou o presidente do tribunal, conselheiro Durval Ângelo.