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PEC da Segurança Pública volta à pauta da Câmara neste semestre

Após aval da CCJ, texto da PEC da Segurança Pública será pauta novamente neste segundo semestre. Confira os detalhes!
PEC da Segurança Pública pode impactar os próximos concursos PRF. Foto: Governo Federal
quarta-feira, 6 agosto, 2025

Com informações do site oficial QConcursos Folha Dirigida

PEC da Segurança Pública está entre as propostas que devem ser discutidas pela Câmara dos Deputados neste segundo semestre. A proposta poderá trazer mudanças nos próximos concursos PF e PRF.

De acordo com o material divulgado nas redes sociais, a proposta busca estabelecer uma “nova estrutura de segurança pública no Brasil, com maior integração” entre os órgãos que compõem o sistema.

O objetivo é reformular o modelo atual, reforçando a articulação entre as instituições e a atuação conjunta em todo o país.

A Proposta de Emenda à Constituição já teve avanços importantes no primeiro semestre. Em julho, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e agora aguarda análise por uma comissão especial, antes de seguir ao plenário.

A PEC trata de temas sensíveis, como o fortalecimento das Guardas Municipais, a ampliação das competências da Polícia Federal e da PRF, além da criação de um Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.

Reforma Administrativa, que também está entre as prioridades do Legislativo, deve caminhar paralelamente à tramitação da PEC da Segurança, com impactos principalmente sobre futuros servidores públicos.

PEC foi apresentada oficialmente no primeiro semestre pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e propõe a reestruturação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com base em um modelo semelhante ao do Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo maior integração entre os entes federativos.

O texto também propõe reforçar o protagonismo do Governo Federal na segurança pública, por meio da redefinição das atribuições da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Com a mudança, a PF passaria a ter uma atuação mais ampla no enfrentamento de crimes ambientais, além de outros delitos com abrangência interestadual ou internacional.

Já a PRF passaria a operar com um perfil de polícia ostensiva federal, autorizada a atuar não só em rodovias, mas também em ferrovias, hidrovias e em ações de apoio a operações estaduais.

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