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domingo, 8 março, 2026

Deputado Hercílio Coelho Diniz apresenta projeto para garantir atendimento psicológico prioritário a mulheres vítimas de violência

A proposta prevê atendimento psicológico prioritário no Sistema Único de Saúde (SUS) para mulheres que sofreram violência doméstica, além da integração entre os serviços de saúde mental e a rede de proteção às vítimas
Hercílio Coelho Diniz disse: “Quando o Estado oferece suporte psicológico adequado, aumenta-se a capacidade de romper o ciclo da violência e de promover autonomia e dignidade às vítimas”. Foto: Mandato HCD

O deputado federal Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG) apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 920/2026, que cria o Programa Nacional de Saúde Mental Preventiva e Atendimento Psicossocial Prioritário para Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (PRONASM).

A proposta prevê atendimento psicológico prioritário no Sistema Único de Saúde (SUS) para mulheres que sofreram violência doméstica, além da integração entre os serviços de saúde mental e a rede de proteção às vítimas.

De acordo com o parlamentar, a iniciativa busca ampliar o cuidado com as consequências emocionais e psicológicas da violência. Estudos apontam que vítimas desse tipo de agressão apresentam maior incidência de depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático e outros problemas relacionados à saúde mental.

“O enfrentamento da violência doméstica não pode se limitar à punição do agressor. É essencial garantir acolhimento e apoio psicológico para que essas mulheres possam superar os traumas e reconstruir suas vidas”, afirmou o deputado.

O projeto estabelece diretrizes para que União, estados, Distrito Federal e municípios atuem de forma integrada na oferta de atendimento psicossocial, priorizando mulheres em situação de violência e fortalecendo as políticas públicas de prevenção.

Segundo Hercílio Coelho Diniz, a medida também contribui para reduzir impactos sociais e econômicos associados à violência doméstica. “Quando o Estado oferece suporte psicológico adequado, aumenta-se a capacidade de romper o ciclo da violência e de promover autonomia e dignidade às vítimas”, destacou.

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