Engenheiros da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MG), realizaram nesta segunda-feira (20/70, uma vistoria técnica no prédio que foi parcialmente destruído após um desabamento registrado na Rua João Belisário, no bairro Jardim Pérola, na manhã de domingo (19/7).
Os responsáveis pela vistoria constataram que a estrutura restante não apresenta condições de recuperação, e decidiram pela demolição total do prédio, que segundo eles, oferecer riscos à segurança das pessoas.
A prefeitura informou por meio de nota, que “o laudo técnico será concluído no fim da tarde desta segunda e encaminhado ao proprietário do imóvel ainda hoje”. A partir da notificação, caberá ao responsável providenciar a demolição da estrutura. “Caso a demolição não ocorra no prazo, o poder público adotará as medidas legais cabíveis e executará o serviço de forma subsidiária, utilizando equipes especializadas e todos os protocolos de segurança necessários”, explica o coordenador da Defesa Civil, Geraldo Avelino.
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De acordo com a Prefeitura, durante a vistoria preliminar, os técnicos identificaram indícios de que a estrutura da edificação apresentava incompatibilidade entre o dimensionamento da ferragem e a carga suportada pelos três pavimentos, além de características de uma construção executada em desacordo com as normas técnicas vigentes. As causas do desabamento serão detalhadas no laudo técnico.
A edificação vizinha, localizada no mesmo lote, segundo a Prefeitura, foi avaliada e, até o momento, não apresenta risco estrutural, por possuir estrutura independente. No entanto, após a demolição do imóvel comprometido, será realizada uma nova inspeção técnica para verificar se houve qualquer impacto na construção ao lado.
“Por questões de segurança, nenhum morador está autorizado a acessar o imóvel interditado para retirada de pertences. A remoção de móveis e demais bens será realizada posteriormente, de forma planejada e segura, com apoio da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar e demais órgãos envolvidos”, advertiu a Prefeitura.
