por Marcius Túlio
Sem nenhuma pretensão de cunho pessoal, convido as pessoas de boa vontade a realizarem algumas reflexões que tenho observado no meu cotidiano, em torno dos acontecimentos a que estamos testemunhando, especialmente no Brasil.
Será que a proibição, a condenação e os cancelamentos promovidos sobre a ivermectina, cloroquina e o zinco propiciaram o desaparecimento de centenas de milhares de pessoas?
Qual seria o real motivo desses ataques aos medicamentos mencionados, notadamente agora, momento em que se comprova cientificamente sua eficácia contra a doença que ceifou vidas humanas?
A comprovação científica exigida à época era garantida nos famosos “entubamentos”?
O que acontecerá agora, depois de descerradas as cortinas?
O retorno triunfal da “Lei Rouanet” trouxe algum benefício ao Brasil e aos brasileiros, exceção feita aos “artistas”?
Qual o real ganho político e diplomático da reaproximação com ditaduras que nada tem a oferecer senão o “pires”?
Qual ou quais os motivos plausíveis para o afastamento de democracias consolidadas como Israel e EUA?
Por que o Estado, que prende, é favorável à saidinha temporária de presos condenados e muitas vezes de alta periculosidade?
Onde comprar a picanha do “L”?
O que pode ter motivado a alta absurda de tributos que sugam o fruto do nosso suor?
Quem colocou fogo na Amazônia?
Por que não se fala mais na mortandade de indígenas?
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Existe algum motivo oculto por trás da fuga de capital estrangeiro no país?
Por que a grande mídia se silencia sobre o que acontece na Ilha de Marajó?
Alguém já sentiu os efeitos da alta absurda nos preços em geral ?
A vida no Brasil está mais fácil?
Qual é o golpe do qual tanto se fala aos quatro ventos?
Quem está, realmente, governando o Brasil?
A internet lhe faria falta?
Como seria esse tal ”controle das mídias sociais” defendido com unhas e dentes pelo governo e pelos governistas?
Cite um exemplo, na História, de comunismo democrático.
Enfim, vou parar por aqui, pois seria uma lista extremamente longa e cansativa. Não pretendo, como já disse, mudar a opinião de quem quer que seja, apenas convido à reflexão, sem, nem mesmo asseverar minha própria opinião.
Talvez, refletidas com racionalidade essas e outras particularidades, possamos reinventar o Brasil, talvez conseguíssemos escolher melhor nossos dirigentes, fazendo-os entender que sua vontade não pode se contrapor à vontade da maioria da população e que eles são, nada mais nada menos, funcionários, a serviço do povo e não de uma elite de beneficiados pelo sistema.
Sempre lembrando que a opção “não me importa” existe, mas não é viável.
Paz e Luz.
Marcius Túlio é Coronel da Polícia Militar de Minas Gerais
