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terça-feira, 11 fevereiro, 2025

Fevereiro: mês de conscientização contra várias doenças

A Prefeitura de Valadares apoia as ações em prol das Campanhas Fevereiro Laranja e Roxo
Fevereiro Laranja e Roxo. Foto: Reprodução da Internet

O mês de fevereiro remete às cores laranja e roxa a fim de conscientizar a população em relação à leucemia e outras doenças do sangue, bem como a epilepsia, alzheimer e lúpus.

E não é só isso: o mês destaca também a luta de quem sofre com fibromialgia e esclerose múltipla.

Independentemente da cor, o importante é sensibilizar e formar uma sociedade mais bem informada no que se refere à prevenção, diagnóstico, combate e tratamento adequado destas doenças, além de desmistificar o preconceito e, com tudo isso, permitir que mais vidas sejam salvas.

Além disso, é uma forma de apoiar e se solidarizar em favor daqueles que estão enfrentando qualquer uma dessas enfermidades.

A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas e pode se manifestar em diferentes formas, acometendo crianças e adultos.

Os sintomas incluem fadiga, sangramentos inexplicáveis, febre e perda de peso.

Tido como um dos cânceres mais comuns entre as crianças no Brasil, a leucemia pode ser dividida em diferentes tipos, como a Mieloide Aguda (LMA) e a Linfoblástica Aguda (LLA), cada uma com suas particularidades tanto no diagnóstico quanto no tratamento.

O tratamento pode envolver quimioterapia e radioterapia e, em alguns casos, o transplante de medula óssea.

Já o lúpus é uma doença autoimune que afeta mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente mulheres em idade fértil, causando inflamações nos rins, pulmões, pele e articulações.

A epilepsia, por sua vez, atinge cerca de 50 milhões de pessoas no mundo e trata-se de uma condição neurológica que causa crises repetidas, muitas vezes sem aviso. Os sintomas variam, mas incluem perda de consciência e movimentos involuntários.

A fibromialgia causa dores intensas e crônicas no corpo, enquanto a esclerose múltipla compromete o sistema nervoso e a mobilidade.

E para finalizar, o alzheimer vem se tornando cada vez mais comum nos idosos. Prova disso é que cerca de 1 em cada 9 pessoas com mais de 65 anos corre o risco de desenvolver a doença – uma espécie de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento, bem como a comunicação.

Portanto, se você ou algum conhecido apresenta sintomas de algumas dessas patologias, busque orientação médica na unidade de saúde da sua área de referência.

E não deixe de doar medula óssea para ajudar quem sofre com leucemia!

Como doar medula óssea

Os candidatos à doação devem se cadastrar na Fundação Hemominas (Rua Barão do Rio Branco, 707 - Centro) para preenchimento de alguns documentos e, em seguida, seja colhida uma pequena amostra de sangue para o exame de compatibilidade.

A chance de encontrar um doador compatível entre irmãos, filhos de mesmo pai e mãe é estimada em, aproximadamente, 25 a 30%.

Já entre pessoas que não são parentes, essa chance pode ser de 1 para 100.000 candidatos cadastrados.

Daí a importância de mais pessoas se cadastrarem, uma vez que quanto mais candidatos cadastrados, mais chances de se encontrar o doador ideal para os pacientes que precisam de transplante.

Caso o candidato seja compatível com determinado paciente, ele será novamente consultado sobre a doação.  Se ele decidir doar, outros testes sanguíneos serão feitos para confirmar a compatibilidade, bem como rigorosos exames para avaliar sua saúde. E se tudo der certo, ele será um doador.

Mais informações podem ser obtidas no site da Fundação Hemominas  (hemominas.mg.gov.br) ou pelos telefones: (33) 3212-5852 / 5813/ 5814 ou 5800.

por Secretaria de Comunicação e Mobilização Social

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