O mês de fevereiro remete às cores laranja e roxa a fim de conscientizar a população em relação à leucemia e outras doenças do sangue, bem como a epilepsia, alzheimer e lúpus.
E não é só isso: o mês destaca também a luta de quem sofre com fibromialgia e esclerose múltipla.
Independentemente da cor, o importante é sensibilizar e formar uma sociedade mais bem informada no que se refere à prevenção, diagnóstico, combate e tratamento adequado destas doenças, além de desmistificar o preconceito e, com tudo isso, permitir que mais vidas sejam salvas.
Além disso, é uma forma de apoiar e se solidarizar em favor daqueles que estão enfrentando qualquer uma dessas enfermidades.
A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas e pode se manifestar em diferentes formas, acometendo crianças e adultos.
Os sintomas incluem fadiga, sangramentos inexplicáveis, febre e perda de peso.
Tido como um dos cânceres mais comuns entre as crianças no Brasil, a leucemia pode ser dividida em diferentes tipos, como a Mieloide Aguda (LMA) e a Linfoblástica Aguda (LLA), cada uma com suas particularidades tanto no diagnóstico quanto no tratamento.
O tratamento pode envolver quimioterapia e radioterapia e, em alguns casos, o transplante de medula óssea.
Já o lúpus é uma doença autoimune que afeta mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente mulheres em idade fértil, causando inflamações nos rins, pulmões, pele e articulações.
A epilepsia, por sua vez, atinge cerca de 50 milhões de pessoas no mundo e trata-se de uma condição neurológica que causa crises repetidas, muitas vezes sem aviso. Os sintomas variam, mas incluem perda de consciência e movimentos involuntários.
A fibromialgia causa dores intensas e crônicas no corpo, enquanto a esclerose múltipla compromete o sistema nervoso e a mobilidade.
E para finalizar, o alzheimer vem se tornando cada vez mais comum nos idosos. Prova disso é que cerca de 1 em cada 9 pessoas com mais de 65 anos corre o risco de desenvolver a doença – uma espécie de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento, bem como a comunicação.
Portanto, se você ou algum conhecido apresenta sintomas de algumas dessas patologias, busque orientação médica na unidade de saúde da sua área de referência.
E não deixe de doar medula óssea para ajudar quem sofre com leucemia!
Como doar medula óssea
Os candidatos à doação devem se cadastrar na Fundação Hemominas (Rua Barão do Rio Branco, 707 - Centro) para preenchimento de alguns documentos e, em seguida, seja colhida uma pequena amostra de sangue para o exame de compatibilidade.
A chance de encontrar um doador compatível entre irmãos, filhos de mesmo pai e mãe é estimada em, aproximadamente, 25 a 30%.
Já entre pessoas que não são parentes, essa chance pode ser de 1 para 100.000 candidatos cadastrados.
Daí a importância de mais pessoas se cadastrarem, uma vez que quanto mais candidatos cadastrados, mais chances de se encontrar o doador ideal para os pacientes que precisam de transplante.
Caso o candidato seja compatível com determinado paciente, ele será novamente consultado sobre a doação. Se ele decidir doar, outros testes sanguíneos serão feitos para confirmar a compatibilidade, bem como rigorosos exames para avaliar sua saúde. E se tudo der certo, ele será um doador.
Mais informações podem ser obtidas no site da Fundação Hemominas (hemominas.mg.gov.br) ou pelos telefones: (33) 3212-5852 / 5813/ 5814 ou 5800.
por Secretaria de Comunicação e Mobilização Social





